quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Projeto Escola de Beisebol em São José do Rio Preto

O Projeto Escola de Beisebol - MFC tem o objetivo de ensinar a todos que tiverem interesse um esporte que está crescendo bastante no Brasil, chamado Beisebol ou Baseball (em inglês). Nestes últimos anos, principalmente nesta última década, o esporte tem se desenvolvido bastante no país e pouco a pouco tem se tornando mais conhecido e até praticado.

Em abril de 2014, o PEB (Projeto Escola de Beisebol) - MFC, foi implantado na escola COOPEC de São José do Rio Preto , no Estado de São Paulo. O projeto está sendo aplicado como atividade extracurricular para alunos da faixa etária entre 7 e 18 anos. Todos os alunos que tiverem interesse possuem direito a uma aula teste. As aulas atualmente ocorrem as sextas-feiras das 14:00 às 16:00 no campo da escola.

Além disso, no ano de 2015 foi autorizado pela COOPEC que alunos de outras escolas também possam participar das aulas de beisebol. Esta é uma ótima notícia já que possibilita ampliar o alcance do projeto de ensinar este esporte que cada dia que se passa cresce mais no Brasil.

Qualquer novidade sobre o Projeto Escola de Beisebol - MFC será informada aqui neste site.

O responsável pelo projeto é Mauro Farabello Calil (administrador deste website).

Caso haja interesse em aprender este esporte fantástico que é o beisebol, por favor entrar em contato pelos telefones: (17) 3012-5106 / 99142-3344 ou pelo e-mail maurofc85@hotmail.com


Confiram abaixo as fotos da aula realizada em 06/06/2014 na COOPEC Albert Sabin em São José do Rio Preto:













Clínica de Beisebol é realizada na sede do Corinthians






Ação conjunta entre Rays e Corinthians atrai jovens em São Paulo

Clínica de Tampa Bay na sede social do Timão traz público acima do esperado em sábado de sol


Disputar atenção com um dos maiores parques aquáticos de São Paulo, em uma tarde de sábado com sol escaldante, é tarefa ingrata, mas o Tampa Bay Rays conseguiu atrair bastante gente em uma clínica de beisebol realizada na tarde de 17 de janeiro de 2015, na sede social do Corinthians, na zona leste de São Paulo. A ação atraiu curiosos de todas as idades, com uma maioria de crianças.
E os mais jovens são realmente o foco dos militantes do beisebol no país. Para o Coordenador de Operações dos Rays no Brasil, Adriano de Souza,  é muito mais fácil fazer o fã gostar do esporte quando se é criança. “Se desde pequeno você já faz um trabalho de fidelização da criança com o esporte, fica bem mais fácil de formar um amante da coisa. Só assim que conseguiremos ainda mais material humano para competições futuras. Nós vemos essa clínica como uma possibilidade de parceria entre duas marcas fortíssimas”, disse.
Muitos adultos interessados no esporte também resolveram arriscar tacadas e arremessos e se divertiram com o material oferecido pelos Rays. A franquia jogará com uma equipe formada só com Brasileiros na Liga São Paulo, campeonato paulista de beisebol, que será realizada no campo do Parque Tietê (antigo Clube Atlético Tietê), na capital paulista.
Clínica durou até o fim da tarde deste sábado (Luan Araujo)

O clube também ficou surpreso com a recepção dos associados à clínica, que foi o primeiro ato do tipo em clubes brasileiros. “O Adriano mostrou o projeto da clínica e achamos interessante. A recepção foi acima do esperado e realmente chamou a atenção do pessoal que passava por aqui”, disse Augusto Tognoni, do marketing corintiano.
Fonte: http://www.theplayoffs.com.br/acao-conjunta-entre-rays-e-corinthians-atrai-jovens-em-sao-paulo/

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Notícia de EXTRATIME UOL - MLB planeja reformar estádio em São Paulo para organizar um jogo no Brasil


Sem dúvida, o beisebol tem ganhado mais espaço no Brasil nestes últimos anos. Cada vez mais, surgem pessoas interessadas pelo esporte que antes era considerado coisa de americano e japonês, o que como sabemos, não é verdade, pois inclusive grande parte dos países da América Latina tem o beisebol como um esporte amplamente praticado, até profissionalmente, como Venezuela, Cuba, México, República Dominicana, Panamá, entre outros. Estes são países onde o beisebol consegue lotar estádios, devido ao grande número de fanáticos e adoradores do esporte.

Para quem gosta de beisebol, sabemos que é um esporte viciante e apaixonante. Basta entender o mínimo necessário das regras para que o interesse seja despertado, para que a paixão pelo esporte comece a nascer.

Neste sentido, quero divulgar uma notícia que pode ser um grande e importantíssimo passo para o beisebol começar realmente a conquistar corações em terras tupiniquins. E esta notícia tem a ver com a MLB, liga maior de beisebol do Estados Unidos, que está cada vez mais interessada em investir no esporte aqui no país, que tem mostrado grande potencial e já conta com dois jogadores atuando nas terras do tio Sam.


Segue abaixo a notícia:


MLB planeja reformar estádio em São Paulo para organizar um jogo no Brasil



22/jan/2014 | Ubiratan Leal

Estádio Mie Nishii, no bairo paulistano do Bom Retiro (Divulgação)

Estádio Mie Nishii, no bairo paulistano do Bom Retiro (Divulgação)


Caleb Santos-Silva já é um conhecido no meio do beisebol brasileiro. Norte-americano, seu sobrenome português vem do pai, imigrante cabo-verdiano. Ele não aprendeu o português em casa, mas uma namorada brasileira o ensinou. Virou funcionário da MLB e, devido a familiaridade com o idioma, era sempre designado para coordenar os Elite Camps da liga no Brasil. Mas essa relação vai mudar, pois ele já está preparando a mudança para se tornar o chefe do escritório da Major League Baseball em São Paulo.
A criação desse posto avançado da MLB no Brasil é mais importante do que parece. Ela mostra como a liga colocou o País entre suas prioridades de investimentos para a expansão internacional. Atualmente, são apenas três escritórios comerciais da MLB fora dos Estados Unidos: Londres, responsável por assuntos de Europa, África e Oriente Médio, Tóquio, que trata de questões no Oriente, e Sydney, para a Austrália (onde há uma liga bancada pela MLB). A América Latina toda fica debaixo da sede principal, em Nova York.
Obs.: há também um escritório na República Dominicana, mas esse não cuida de questões comerciais, apenas a coordenação de trabalhos das franquias na busca de jogadores no país.
O escritório brasileiro tratará de temas ligados apenas ao Brasil. A liga já organiza anualmente os Elite Camps em Ibiúna, no qual olheiros das franquias podem observar os garotos com mais potencial para receber um contrato. Luiz Gohara, por exemplo, chamou a atenção do Seattle Mariners na edição de 2012 do evento. Mas os planos são muito mais ousados, e por isso a liga decidiu ter uma sede fixa.
Uma das ideias é fazer um jogo no Brasil. “Estamos avaliando a possibilidade de bancar, com dinheiro da liga, uma reforma total do estádio do Bom Retiro”, comentou Santos-Silva ao ExtraTime. “O objetivo é deixar esse estádio em condições de receber, em alguns anos, uma partida da MLB.” O Mie Nishii, no bairro do Bom Retiro, é o principal estádio do beisebol brasileiro. Pertence à prefeitura, e suas condições estão longe das ideais. O Elite Camp de 2012, por exemplo, foi bastante prejudicado porque o campo não suportou as chuvas que caíram no dia.
O futuro responsável pelo escritório brasileiro da MLB não deu um prazo, mas Paul Archey, vice-presidente da área internacional da liga, havia falado em fazer uma partida no Brasil em cinco anos para uma reportagem de Éder Fantoni e Paulo Roberto Conde na Folha de São Paulo. “A internacionalização é o caminho, e o Brasil é muito forte”, comentou. O dirigente acompanhou a comitiva da NBA que foi ao Rio de Janeiro para o amistoso entre Chicago Bulls e Washington Wizards, a primeira partida de NBA no Brasil.
Segundo Santos-Silva, a MLB tem interesse técnico, com o desenvolvimento de jogadores brasileiros, e comercial, com a presença maior das marcas ligadas ao beisebol. Realizar uma partida – ainda que um jogo demonstração ou um amistoso de pré-temporada – ajudaria a chamar a atenção do público, mas é preciso permitir que a prática do esporte se dissemine.
A liga já observa trabalhos sociais como o Baseball Escolar, no Rio de Janeiro. Mas há um plano mais ousado. “Estamos conversando com a Wilson, a Rawlings e outros fornecedores oficiais nossos para criar algum modo de importar equipamentos sem que eles fiquem tão caros aqui”, conta Santos-Silva.
São projetos de longo prazo, e que talvez nem se consolidem. Mas todos denotam um grande interesse da MLB no mercado brasileiro, e a intenção de se trabalhar para que isso cresça. O momento é positivo, e não pode ser desperdiçado.



quarta-feira, 17 de abril de 2013